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É uma atividade física mais branda, visando os colaboradores no ambiente de trabalho.

A Ginástica Laboral é uma modalidade de atividade física destinada aos trabalhadores, para que seja praticada no próprio local de trabalho.


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Desenvolver uma cultura organizacional ancorada na prevenção de riscos à saúde, segurança, conforto e valorização dos colaboradores, como vetor do bem-estar coletivo, sendo benéfico na manutenção da saúde como um todo, para todos os envolvidos, trabalhando num ambiente mais agradável e seguro e assim, contribuir para a qualidade da produção e excelência empresarial.

Buscamos também promover bem-estar e qualidade de vida para que fique ao alcance de todos, pois todas as atividades são realizadas de acordo com a preferência do cliente, no local e horário pré-combinado.





terça-feira, 29 de dezembro de 2015

A HIDROGINÁSTICA NA TERCEIRA IDADE

 É preciso investir na busca de uma melhor qualidade de vida através de exercícios físicos, uma alimentação equilibrada e bom relacionamento familiar como forma de atenuar os grandes causadores de mortalidade nesta faixa etária, como as doenças infecciosas, doenças do coração, câncer e diabetes, para se ter uma velhice saudável.

    A vida pode ser um desafio para os idosos, geralmente inativos, que sofrem de doenças crônicas. Hoje o exercício físico é considerado um tratamento de prevenção, principalmente para doenças do coração e diabetes, melhorando a expectativa de vida. "A prática de exercícios físicos de uma maneira geral, contribui para a manutenção das capacidades funcionais, como andar ou agachar, por exemplo, e ajuda a diminuir os riscos causados por uma vida sedentária, homens e mulheres de meia-idade que praticam exercícios regularmente correm menos risco de virem a sofrer de limitações físicas na velhice (SAMPAIO, 2005)". Conforme (BARBOSA, 2001; ROCHA, 1994; BONACHELA, 1994; PIRES et al., 2002; POWERS & HOWLEY, 2000), a prática de uma atividade física, bem como da hidroginástica, que torna o idoso mais apto e mais saudável, proporcionará uma melhora na qualidade de vida para esta faixa etária, devido aos vários benefícios que ela oferece.


    NOVAES (2001), afirma que as atividades mais recomendadas por médicos para essa faixa etária são exercícios na água: a hidroginástica e a natação. A hidroginástica é o exercício ideal para as pessoas que possuem problemas ósseos, como osteoporose e artrose.

    BONACHELA (1994), como motivos para a prática da hidroginástica aos idosos, o emagrecimento geral, fortalecimento e resistência muscular, condicionamento físico geral, melhora da flexibilidade, melhora do equilíbrio e da coordenação, diminuição do estresse e contribuição para a reabilitação física.

    Em termos gerais os exercícios melhoram o humor devido à liberação do hormônio endorfina que causa sensação de bem estar e relaxamento, ainda reduzem a ansiedade e o estresse, aumentam a funcionalidade do sistema imunológico acarretando benefícios cardiovasculares e facilitam o controle da obesidade. Além disso, qualquer forma de exercício físico proporciona benefícios psicológicos, de auto-estima e de melhoria do relacionamento social, ou seja, melhora os aspectos biopsicosociais muito importantes para pessoas da terceira idade, devido às inúmeras mudanças advindas dessa fase da vida. Em geral as pessoas que praticam atividades físicas tendem a ser menos deprimidas do que as que não praticam. Pesquisas comprovam que para formas mais moderadas de depressão, o exercício físico pode ser tão útil quanto à psicoterapia.


    Pesquisas comprovam a tese de que pacientes depressivos moderados tiveram sucesso no tratamento utilizando exercícios mais terapia. O contato com exercício físico na terceira idade começa geralmente por indicação médica. O fato é que as pessoas acabam encontrando nos exercícios muito mais que alívios para suas dores. Fazem novas amizades e têm momentos de descontração. Infelizmente, ainda há muita resistência para dedicar um tempo para refletir sobre suas vidas. É pouco desenvolvido no Brasil o hábito de realizar atividade física ainda quando se é jovem. O que ocorre é que as pessoas chegam na terceira idade com diversas patologias resultantes do sedentarismo, o que as leva a procurar exercícios físicos.

    Idosos sedentários possuem menor mobilidade e maior propensão a quedas quando comparados a idosos que praticam atividades físicas regularmente (SAMPAIO, 2005). Nessa faixa etária há uma diminuição da resposta emocional (erosão afetiva), acarretando um predomínio de sintomas como diminuição do sono, perda de prazer nas atividades habituais e perda de energia (BARBOSA, 2001).

    O crescimento da população de idosos, em números absolutos e relativos, é um fenômeno mundial. Em 1950 eram cerca de 204 milhões de idosos no mundo e, já em 1988, quase quatro décadas depois, este contingente alcançava 579 milhões de pessoas - um crescimento de quase 10 milhões de idosos por ano.


    Segundo o IBGE, as projeções indicam que, em 2050, a população idosa será de 1,9 bilhões de pessoas - montante equivalente à população infantil de zero a 14 anos de idade, ou um quinto da população mundial (BARBOSA, 2001). Neste estudo o Núcleo de Atendimento a Terceira Idade (NATI) incluiu, a partir de 1998, a hidroginástica como mais uma das opções para os participantes desse projeto de melhoria da qualidade de vida da UFPEL.

    No início do projeto toda a expectativa era de que as pessoas procurariam participar na busca de efeitos biológicos para saúde. Entretanto, aos poucos, através da observação de depoimentos esporádicos, começou-se a perceber que, para um número significativo de participantes esta busca se prendia a motivos mais ligados a fatores sociais, emocionais e ocupacionais do que biológicos propriamente ditos. A partir dessa percepção surgiu então a preocupação de talvez não se estar atendendo, na plenitude, as necessidades e os interesses dessas pessoas, pela falta de dados concretos que identifiquem os reais interesses dos sujeitos, alvos desse projeto. Por isso nosso estudo tem como objetivo identificar quais os motivos que levam pessoas idosas a praticarem hidroginástica no projeto Atividade Física para a Terceira Idade da ESEF/UFPEL, e o efeito dessa prática no cotidiano das mesmas, como forma de atender aos anseios mais significativos das mesmas, e contribuir para uma melhor qualidade de vida.

    A amostra foi constituída aleatoriamente de sessenta idosas com faixa etária média de 67 anos, participantes do projeto Atividades Físicas para a Terceira Idade da ESEF/UFPEL.

    Foi utilizada uma entrevista semi-estruturada individualmente no próprio local da hidroginástica, numa sala ao lado da piscina.

    Após a aplicação da entrevista foi realizada à análise dos dados através de estatística descritiva para determinar o percentual de respostas obtidas.


Resultados e discussão

    Os resultados demonstraram que 93,3% sentem-se melhor após seis meses de prática da hidroginástica. Nenhum caso de insatisfação foi relatado. A melhora mencionada pode ser em função de que os exercícios aquáticos exercem um efeito equilibrador da pressão arterial e diminuem os efeitos da gravidade, diminuindo, por conseqüência, o estresse sobre as articulações. O idoso tem condições de melhorar rapidamente seu estado físico geral com segurança, pois se exercita lentamente, e sem correr riscos de lesões. Já 6,7% das entrevistadas dizem continuar igual ao período em que não praticava hidroginástica, fato este que pode ocorrer porque em sua maioria já praticavam algum outro tipo de exercício físico e as mudanças não foram tão significativas. O gráfico 1 mostra o enorme efeito que a hidroginástica têm no cotidiano das pessoas. 


Em relação aos motivos 74% dos entrevistados revelaram ter optado pela hidroginástica na busca de melhorias relacionadas à saúde, 10% por socialização (convívio com outras pessoas), 6,7% para preencher o tempo disponível, 3,3% por lazer/gostar, 1,7% para diminuir a depressão, 1,7% para ser ágil nas tarefas cotidianas e 1,7% diz praticar hidroginástica por problemas emocionais, como pode ser observado no gráfico 2. 


Assim fica esclarecido o problema de pesquisa em relação ao principal motivo para a prática de hidroginástica, mostrando que o projeto Atividades Físicas para a Terceira Idade tem trabalhado corretamente em função de acreditar que a maioria das idosas procura a atividade física por motivos relacionados á saúde. Porém vimos que a socialização representa 10% da amostra, e não podemos desconsiderá-lo como elemento de alto significado para esta população.


Conclusões

    Pode-se constatar que a hidroginástica é benéfica para saúde tanto mental quanto física dos idosos praticantes e que a grande maioria das pessoas a pratica por motivos de saúde através de indicação médica ou por estar sentindo os benefícios no seu cotidiano.

    Esta pesquisa comprova que o NATI da ESEF/UFPEL vem alcançando com êxito seu principal objetivo, através de um trabalho de extensão imerso nas questões ligadas a ética, cidadania, cumplicidade e responsabilidade, fazendo com que os momentos de prática sejam comprometidos com a produção do conhecimento.


    Neste sentido, a aproximação dos alunos com esta população, tem trazido, seja nos trabalhos de extensão como nos de pesquisa, uma dimensão maior na sua formação acadêmica.

    Aos profissionais de Educação Física cabe a conscientização da importância de desenvolver pesquisas que possibilitem a ampliação do leque de atividades em sua área de atuação, na busca do atendimento dos anseios e necessidades desta população que vêm aumentando significativamente.

    Sugerimos que novos estudos sejam realizados a fim de contribuir para uma melhor compreensão sobre os efeitos da hidroginástica em idosos.


Referências bibliográficas

BARBOSA, J.H.P Educação física em programas de saúde. In Curso de extensão universitária Educação Física na Saúde, 2001. Centro universitário Claretiano- CEUCLAR- Batatais, SP.

BONACHELA,V. Manual básico de hidroginástica. Rio de Janeiro: Sprint, 1994.

NOVAES, R. G. A Importância da Hidroginástica na Promoção da Qualidade de Vida em Idosos. www.cdof.com.br 04.06.2001.

PIRES, T.S. NOGUEIRA, J.L.; RODRIGUES, A.; AMORIM, M.G.; OLIVEIRA, A.F. A recreação na terceira idade. www.cdof.com.br 07.03.2002.

POWERS, S. K.; HOWLEY, E. T. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 3ed. São Paulo: Manole, 2000.

SAMPAIO, C. A Relação da Atividade Física com os Idosos. www.saudeemmovimento.com.br 06.04.2005.

FONTE: http://www.efdeportes.com/efd102/hidrog.htm

sábado, 5 de dezembro de 2015

SILENCIAR SENTIMENTOS PODE COLOCAR A SUA SAÚDE EM RISCO!

Quantas coisas reprimimos diariamente? Guardamos sentimentos como quem esconde um tesouro roubado, no entanto, não roubamos sentimentos, portanto, não faz sentido escondê-los de uma forma tão dura assim. Não é mesmo?

“Você pode se enganar e enganar muitas pessoas fazendo o papel de bonzinho, de coitadinho ou contar mentiras para não ferir essa ou aquela pessoa. Você pode esconder tudo de todo mundo, mas o seu corpo sente e reage as agressões que você tem cometido contra ele.

Se você continua naquele relacionamento que não suporta mais, naquela rotina que tira a sua alegria, naquela sociedade que já se desgastou, naquele emprego que rouba o seu prazer, ou naquela amizade mais falsa que nota de R$ 60,00, o seu corpo vai sentir essas emoções e como uma bateria, vai carregar e armazenar esses sentimentos, até que um dia vai explodir como bomba atômica.

Desde crianças, somos obrigados a segurar ás emoções. Muitos pais ensinam que chorar é “sinal de fraqueza”, “masturbação é pecado”, “sexo é vergonhoso e ter prazer é coisa de pessoas sem vergonha”. Desde muito pequeno, vamos sendo castrados em nossos sentimentos e emoções e quando podemos tomar nossas próprias decisões, em nome de “convenções da sociedade”, seguramos nossa raiva, nossa indignação, não abraçamos nossos amigos, não beijamos mais por uma vergonha besta e ridícula. A menina não abraça a menina por ter medo de ser chamada de “sapatão”, o menino não abraça o menino com medo de ser chamado de “bicha” e os homossexuais, escondem seus sentimentos com medo de serem rechaçados pela família e pela “comunidade”.

Assim, vamos armazenando sentimentos que precisam sair de alguma forma, e normalmente, todas as emoções se traduzem em raiva e/ou tristeza, uma sombra que se esconde por trás de sua aparente figura. Quanto mais tempo você sofrer calado, mais doente vai ficar…”  – Paulo Roberto Gaefke

É, de fato, no final das contas, o maior prejudicado é você!

1. O meio-termo entre a necessidade da fala e o silêncio
Sabemos que o silêncio é sábio, e é sempre bom pensar antes de falar, afinal, ante algumas palavras ignorantes, ante um comentário fora do lugar ou ante uma expressão inadequada, optemos sempre por fechar a boca e agir com mais inteligência do que aquele que fala sem pensar.
Mas devemos encontrar um equilíbrio entre o silêncio e defesa de nossas necessidades:
Silenciar nossos sentimentos ou nossos pensamentos deixa que, a pessoa que está na nossa frente, não saiba que está nos machucando, ou que está ultrapassando alguns limites. Ninguém consegue adivinhar o pensamento dos outros, por isso se não dizermos aquilo que nos faz mal ou que nos ofende, as outras pessoas não o saberão.
Existem silêncios sábios e palavras sábias. Saber quando se calar e quando falar é, possivelmente, a melhor habilidade que podemos aprender a desenvolver. Não se trata, de modo algum, de estar sempre caldo ou de dizer aquilo que temos em mente. Os extremos nunca são bons. Mantenha o equilíbrio, mas lembre-se sempre que esconder os sentimentos pode nos machucar. Você permite que outros invadam seu espaço pessoal, que atravessem os limites e que falem por você ou que escolham por você. No final, você será quase uma marionete guiada por fios alheios.

2. As palavras silenciadas convertem-se em doenças psicossomáticas
Você não ficará surpreso em saber que a mente e o corpo estão intimamente relacionados e conectados. A conexão é tão grande que os especialistas advertem que quase 40% da população sofre ou sofreu em sua vida com alguma doença psicossomática.
O nervosismo, por exemplo, altera nossas digestões, causa diarreias ou a clássica dor de cabeça. Muitos herpes labiais são desencadeados por processos de estresse elevados, de nervosismo e febre. Logo, ficar calado todos os dias e internalizar o que sentimos e o que pensamos gera em nosso organismo uma alta carga de ansiedade.
Pense em todas aquelas palavras que não deseja dizer aos seus pais ou aos seus amigos para não ferir seus sentimentos. Eles fazem as coisas por você pensando que estão ajudando, quando na verdade não estão contribuindo. Por que você não conta a verdade?
Tudo isso, no final, irá originar doenças psicossomáticas, enxaquecas, pressão alta, cansaço crônico.

3. Dizer em voz alta suas palavras: a chave do desabafo emocional
Não tenha medo de escutar sua própria voz, e muito menos que os outros também o façam. É algo tão necessário como respirar, como comer, dormir. A comunicação emocional é ideal para o nosso dia a dia, para estabelecer relações mais saudáveis com os demais e, logicamente, com nós mesmos.

Aqui vão algumas dicas básicas para obter sucesso:
– Pense que tudo tem um limite. Se não dizermos em voz alta tudo aquilo que pensamos e sentimos, não estaremos atuando com dignidade, perderemos nossa autoestima e o controle de nossa vida. Primeiramente, tome consciência de que dizer o que está pensando e precisando é um direito.
– Dizer o que você pensa não é causar danos a ninguém. Significa se defender e, por sua vez, informar aos demais de uma realidade que deveriam conhecer.
–Não fique preocupado com a reação das outras pessoas, não tenha medo. Porém, se você se preocupa muito com o que pode acontecer, pode se preparar ante as possíveis reações. Um exemplo: está cansado do fato de que seus pais apareçam em sua casa todos os finais de semana e que não está tendo relações com seu companheiro. 

De que maneira você acredita que irão reagir? Se você acredita que eles irão ficar chateados, prepare-se para justificar que não existe razão para magoas. Caso você pense que eles ficarão machucados, prepare também o modo como irá argumentar, para não feri-los.

Pense que as palavras, dizer em voz alta aquilo que sentimos e pensamos é, na verdade, o melhor modo de liberação emocional que existe. Pratique-o com sabedoria, cuide de si mesmo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Aqui está o porquê de algumas culturas indígenas não terem nenhuma dor nas costas

Dor nas costas é um dos problemas de saúde mais comuns nos Estados Unidos e no mundo.
Na verdade, metade dos norte-americanos trabalhando experiência de volta sintomas de dor a cada ano, enquanto um terço dos norte-americanos com mais de meados dos anos 50 sofrem de dor crônica em seu pescoço ou costas.
Olhando para estas estatísticas, é difícil acreditar que a dor nas costas é literalmente inexistente em algumas culturas indígenas e seus discos da coluna mostram quase nenhuma sinais de degeneração, mesmo em idades mais avançadas.
Esther Gokhale, um acupunturista em Palo Alto, Califórnia, pode ter encontrado a razão deste saúde espinha milagrosa dos povos indígenas.
Tendo lutado com dores nas costas por duas décadas, ela ficou frustrado com a medicina ocidental e decidiu procurar soluções alternativas. Ela pensou: "Vá para as populações onde eles não têm estes problemas enormes e ver o que eles estão fazendo."
Então, Gokhale viajou para os cantos mais remotos da Terra para estudar as culturas com as menores taxas de dor nas costas e chegou a algumas conclusões interessantes.
Ela observou os povos indígenas para encontrar as diferenças em como eles caminharam, levantou-se e sentou-se.
"Eu tenho uma foto em meu livro destas duas mulheres que passam de sete a nove horas diárias, inclinou-se, reunindo castanhas de água", disse Gokhale npr.org. "Eles são bastante antigos. Mas a verdade é que eles não têm uma dor nas costas. "


Depois de algum tempo, Gokhale encontrei o que era comum entre todas as tribos que não tinham dor nas costas. Foi a forma de suas espinhas, que foi consideravelmente diferente da dos americanos modernos.
No lado esquerdo da imagem abaixo, você verá a coluna vertebral em forma de S tirado em um livro de anatomia moderna. Isto é o que a espinha de um americano parece. À direita, há a coluna vertebral em forma de J como tirada no livro 1897 anatomy "Traité d'Anatomie Humana." Os povos indígenas têm este tipo de forma espinha.

"A coluna vertebral em forma de J é o que você vê em estátuas gregas. É o que você vê em crianças pequenas. É bom design ", disse Gokhale.
Utilizando os resultados de sua pesquisa, Gokhale trabalhou duro e finalmente conseguiu sua coluna na forma J, que fez sua dor nas costas ir embora. Como resultado, ela desenvolveu um método que visa corrigir a postura e, assim, eliminar a dor nas costas.
Mesmo que Gokhale método parece ser eficaz, os cientistas ainda não tem certeza se sua teoria sobre espinhos em forma de J está correto. Na verdade, existem algumas razões por que as pessoas em culturas indígenas têm tais espinhos e os americanos não fazem.



Em primeiro lugar, os americanos são muito mais pesados, o que contribui para curvar a coluna vertebral. Em segundo lugar, os povos indígenas têm um estilo de vida muito mais ativos do que os americanos. Basta considerar quanto tempo você gasta sentado todos os dias. Estilo de vida sedentário tem sido comprovada a causar dor nas costas e outros problemas de saúde.
Dr. Praveen Mummaneni da Universidade da Califórnia, disse: "Acho que o estilo de vida sedentário promove a falta de tônus ​​muscular e uma falta de estabilidade postural, pois os músculos ficam fracos."
Bem, faz sentido. Músculos abdominais fortes podem ser o segredo para uma boa postura e saudável para trás. Então, a razão mais provável por que método Gokhale funciona é porque os exercícios que inclui resultado da força muscular. E este é exatamente por isso que as culturas indígenas não têm dor nas costas - seu estilo de vida ativo que lhes permite manter seus músculos abdominais em forma mesmo à medida que envelhecem.
"Você não vai ser capaz de ir do S- à coluna vertebral em forma de J, sem ter força muscular boa núcleo. E eu acho que isso é chave aqui. ", Disse Mummaneni.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

O poder da massagem




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sábado, 7 de novembro de 2015

SÓ 6 MINUTOS PARA A CAMINHADA PASSAR DE 'BOA' PARA 'EXCELENTE'


Conhecemos os benefícios de caminhar. Também sabemos que é um esporte que todos podem praticar, independentemente da idade. Mas não pense que basta ir à rua sem mais nem menos. Bom, não é proibido, claro, mas todos esses benefícios serão limitados. Marcos Flórez, diretor de web dos treinadores a domicílio da Estarenforma.com, recomenda usar bons equipamentos e planejar o treino. “Não vale qualquer equipamento. O ideal é comprar um calçado adequado às necessidades da atividade (superfície sobre a qual o treinamento será feito, ritmo...) e à morfologia da nossa parte inferior do corpo (ou seja, como pisamos).

Quanto ao planejamento, prepararmos para fazer algo nos motiva a fazê-lo melhor e continuar fazendo. E uma programação orientada a nossos objetivos nos levará a um resultado de sucesso e a uma experiência mais agradável”. Esse treinamento, além disso, reforça os músculos. Antes de começar a andar (lembre-se que a rota precisa ter, no mínimo, 8 quilômetros para a caminhada contribuir significativamente para a saúde), busque um trajeto com gramado e intercale esses quatro exercícios, seguidos com dois minutos a passo rápido, e faça isso três vezes. Depois, realize a marcha completa. Esses movimentos queimarão mais calorias e exigem apenas, com as suas repetições, mais seis minutos do que o planejado.
1. Abdômen isométrico
Coloque-se virado para baixo, apoie as mãos e a ponta dos pés no chão e mantenha o corpo em linha reta o quanto for possível por 30 segundos. Evite mover os quadris. E não prenda a respiração.
2. Deslocamentos
De pé, adiante uma perna meio passo a mais que o habitual. Flexione as pernas até que o joelho de trás quase toque o chão e volte à posição original. Faça o máximo de movimentos possíveis em 30 segundos e mude de perna.
3. Equilíbrio com extensão dos ombros
Mantenha o equilíbrio sobre um pé, flexionando ligeiramente a perna de apoio e levante os braços como se fosse voar. Mude de perna a cada dois segundos até cumprir 30.
4. Extensão do quadril e ombros
Deite-se com os braços estendidos à frente da cabeça. Levante uma perna do chão e o braço contrário a ela simultaneamente. Tente alongá-los. Vá mudando de lado até completar a série em 30 segundos.

FONTE: http://www.msn.com/pt-br/saude/fitness/s%C3%B3-6-minutos-para-a-caminhada-passar-de-%E2%80%98boa%E2%80%99-para-%E2%80%98excelente%E2%80%99/ar-BBmFnvb?li=AAaB4xI&ocid=mailsignoutmd

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Mãos - Fontes de Energias

O gesto das mãos cruzadas em oração é presente no cristianismo. Se as mãos estão entrelaçadas e posicionadas diante do coração é um símbolo de submissão e sinceridade.


Esta postura particular, tornou-se associada com a oração em torno do século IX, que provavelmente se originou como um gesto secular de humildade e submissão, tal como seria aquela que adotamos diante de um superior.

O gesto idêntico é conhecido como o Añjali mudra (Añjali significa saudar, elevar, invocar, trazer, cultivar) e nas tradições hindus e budistas é um sinal de cumprimento, respeito e veneração. O mudra de Añjali é usado durante a oração, e também como um gesto de respeito para com os outros, um reconhecimento da sua divindade interior.

Simbolicamente, duas mãos entrelaçadas representam a união dos opostos, ou uma mistura das forças.

Magicamente, as mãos são o terminal das fontes de energias polares do organismo, e podem ser utilizadas para canalizar e dirigir essas energias.

sábado, 10 de outubro de 2015

7 dicas para parar de roer as unhas!

Roer as unhas é um hábito que muitas pessoas adquirem como forma de lidar com as emoções de estresse e ansiedade, alegam os psicólogos. Esta pode ser “uma forma de gerir as emoções”, explica ao Daily Mail a professora Karen Pine, da Escola de Psicologia da Universidade de Herfordshire. Apesar de ser comum, não é um hábito muito bem visto socialmente.

A especialista conta ainda que este hábito persiste e é difícil de eliminar “porque o cérebro aprendeu a associar aquela resposta a certos ‘gatilhos’, e generalizá-lo mais amplamente até que se torna inconsciente e difícil de controlar.”

Mas há soluções que pode tentar. Listamos sete dicas para ajudá-lo na hora que for pensar em roer as unhas.


1. Lembre-se dos riscos para a saúde.

“As unhas estão cheias de bactérias provenientes de tudo aquilo em que tocamos, como puxadores das portas, dinheiro ou acessórios de banheiro”, explica a psicoterapeuta Marisa Peer. Quando você rói as unhas, está a pôr esses germes e bactérias diretamente no seu corpo, aumentando assim o risco de infeções e outras doenças.

2. Faça a manicure e pinte as unhas de vermelho.

A especialista em cosmética das unhas Leighton Denny aconselha a ir fazer uma manicure profissional e a pintar as unhas de vermelho para quebrar o hábito. Com este cuidado extra poderá olhar para as suas unhas de uma perspetiva mais positiva e fazer uma nota mental para ‘não estragar’ a manicure. A escolha do vermelho se dá porque é uma cor que chama mais a atenção quando está prestes a meter as unhas na boca.

3. Roa apenas as unhas de uma mão.

Se não consegue mesmo quebrar o hábito comece por permitir-se apenas roer as unhas de uma mão, depois apenas uma unha em cada mão, permitindo às outras unhas que cresçam, a especialista Martina McKeough. Assim vai-se tornando mais fácil recuperar o controle.

4. Crie técnicas de distração.

Se tentar ultrapassar um hábito apenas com força de vontade é muito provável que falhe, diz a professora Pine, uma vez que a força de vontade muitas vezes é bastante fraca. Em vez disso, desenvolva ‘manobras de distração’ para quando sente vontade de roer as unhas. Pode ser contar por ordem decrescente desde o 99, dobrar um papel em seis ou até equilibrar-se numa perna durante um minuto, por exemplo. Dando uma nova resposta ao estímulo cerebral, estará a distraí-lo fazendo com que comece a desassociar os ‘gatilhos’ da resposta de roer as unhas.

5. Chegue à raiz da questão.

Tente perceber o porquê do seu hábito de roer as unhas. Percebendo os ‘gatilhos’ para este comportamento será mais fácil combatê-lo. Se tiver a ver com problemas de ansiedade ou estresse, aborde essas questões a fundo.

6. Tente técnicas de relaxamento.

Reduzir o estresse através de técnicas de relaxamento também pode ajudar a combater o hábito de roer as unhas. Estando mais calmo terá menos vontade de roer as unhas, sugere McKeough.

7. Hipnotismo.

As terapias que envolvem hipnotismo também podem ajudar. O especialista que o hipnotiza pode, por exemplo, dizer-lhe que irá sentir um sabor desagradável sempre que meter os dedos/unhas na boca, levando-o a fazê-lo de forma cada vez menos frequente.


Tutorial

Se você já tentou parar o seu hábito de roer unhas, você reconhece o quanto ele pode ser desafiador.

Talvez você tenha usado esparadrapos ou ataduras sobre os dedos, ou tentou passar algum produto com sabor amargo, ou até mesmo pimenta.

Esses métodos apodem ter funcionado por um tempo, mas finalmente lá estavam as unhas e cutículas roídas novamente.

O hábito de roer as unhas é persistente e de natureza semelhante a outras manias relacionadas ao estresse e a ansiedade, inclusive escolhendo coçar a pele e arrancar os cabelos. Basicamente, estes comportamentos cumprem uma função psicológica e emocional, se o desejo não é eliminado ou saciado, o comportamento será reiniciado. Nenhuma quantidade de molho de pimenta nas unhas vai reduzir a necessidade de roer unhas ou trazer a sensação de relaxamento que você tem depois de ter roído suas unhas.

Parar de roer unhas envolve bastante disciplina e força de vontade. É preciso ficar constantemente atento para não se deixar levar pela tentação de roer as unhas.

Isso porque esse hábito é compulsivo, ou seja, difícil de ser controlado. Muitas vezes, a pessoa nem percebe que está atacando as unhas e quando se dá conta é muito tarde: o dedo já está destruído, frequentemente com sangramentos e inflamações.

Os psicólogos afirmam que roer as unhas, na maioria das vezes, funciona como uma espécie de alívio inconsciente para sentimentos como ansiedade e insegurança.


Essa mania, que é chamada cientificamente de onicofagia, costuma começar na infância e pode se estender por toda a idade adulta. E ela não escolhe sexo, sendo comum em homens e mulheres.

Deve-se lembrar que as unhas roídas não são apenas esteticamente condenáveis (afinal, as mãos perdem todo seu encanto). O ato de roê-las também facilita a entrada de várias bactérias no organismo humano.

Como a pessoa passa o dia com os dedos na boca, dá para imaginar a enorme quantidade de micróbios e bactérias que ela está ingerindo constantemente.

Além disso, os “roedores” ficam suscetíveis a contrair micoses nos dedos. Estas não são razões suficientes para tentar domar esse vício?

Controle é fundamental

Uma vez decidido a parar de destruir as unhas, procure seguir alguns procedimentos que poderão fazer com que você abandone esse terrível hábito.

Primeiro, tente identificar os momentos em que você leva as mãos à boca: se é quando está tenso, ansioso, depressivo, cansado, distraído, triste ou, até mesmo, alegre.

Quando você perceber o que o leva a roer as unhas, ficará mais fácil controlar-se. Afinal, você saberá quando está propício a praticar a onicofagia.

Nesses momentos – e quando sentir o impulso de roer – tente relaxar. Alguns exercícios de respiração funcionam como um bom alívio para as tensões.

Por exemplo: respire lentamente, inspirando o ar em quatro tempos e expirando em cinco. Com esse exercício, você promoverá um aumento de oxigenação e aliviará sua ansiedade.

Outras dicas

Existem outros artifícios aos quais você pode recorrer para tentar inibir a vontade de roer. Homens e mulheres precisam manter as unhas aparadas e lixadas – e se não tiverem muita prática, é recomendável procurar uma manicure.

As meninas têm mais armas a seu favor. Elas podem manter as unhas com esmaltes coloridos – o que costumam funcionar como um lembrete de que elas não poderão roer as unhas. Uma outra alternativa é usar esmaltes que tenham sabores amargos.

Passar óleo de oliva ou óleo secante para esmaltes também pode funcionar. Estes óleos amolecerão as unhas e dificultarão o ato de roer. Unhas postiças ou de porcelana também podem ser utilizadas.

Hipnoterapia

Existe um tratamento de três etapas que podem eficientemente parar a mania de roer as unhas, mas você deve estar motivado a fazê-lo. O passo essencial envolve a hipnose.


Para os que não conhecem a técnica, a hipnose evoca imagens de pessoas balançando pêndulos ou sendo induzidas a comer cebola para a diversão de platéias em programas de tv. Tenha certeza de que na sua essência, a hipnose clínica é apenas um relaxamento profundo conduzido por um profissional saúde capacitado que leva a um estado mental favorável a mudanças de comportamento. Muitas pessoas acreditam erroneamente que transes hipnóticos são como o sono, mas durante a hipnose você fica acordado e completamente consciente, mas extremamente relaxado e receptivo a sugestões de mudanças.

Na verdade, a maioria de nós vivencia algum tipo de auto-hipnose todos os dias, durante os períodos em que ignoramos a maioria dos estímulos em torno de nós para nos concentrarmos em uma tarefa em particular. Isso acontece naturalmente quando nos sonhamos, lemos ou assistimos a um bom filme.

A causa do hábito de roer as unhas está relacionada ao estresse, o seu sucesso vai depender de como conseguirá manejar o estresse e aliviar a ansiedade e a tensão. O objetivo primário da hipnoterapia é mostrar-lhe como manter um estado de relaxamento sempre, o que é oposto a ansiedade e a tensão.


O próximo passo para inibir a tendência a roer as unhas é tomar consciência que esta ação de roer as unhas é feita inconscientemente. A hipnoterapia é eficaz para esta parte do tratamento, pois acessando a mente inconsciente se poder gerar a percepção da mente consciente de que você está roendo as unhas, o que pode ajudar muito a contornar a situação. Com a hipnoterapia se pode aprender a administrar o estresse, principal causador de desejo de roer as unhas, minimizando-o, ou mesmo erradicando-o, o hábito pode ser interrompido e o comportamento modificado para sempre.

A ação final para o uso hipnoterapia é erradicar totalmente o principal desejo de roer as unhas. Há intervenções que podem efetivamente fazer você renunciar a roer as unhas, porque assim como os hábitos podem ser desfeitos com a ajuda da hipnose, novos hábitos saudáveis também podem ser estabelecidos.

Certifique-se que o hipnoterapeuta seja psicólogo, ou médico, pois são profissões que, por lei, detém responsabilidade jurídica e ética sobre os tratamentos que aplicam. As técnicas utilizadas pelos profissionais para fazer sugestões benéficas para o seu inconsciente são totalmente diferentes de técnicas usadas para recuperação da memória ou regressão de idade. Assim, o uso de hipnoterapia para tratar a compulsão de roer as unhas não resultará em busca de traumas ou memórias indesejadas, o que acontece apenas em práticas amadoras ou místicas que fazem uso da hipnose.

CONCLUSÃO:

Roer as unhas é uma compulsão, como qualquer outra, apenas a determinação consciente, geralmente, não é suficiente para eliminar este comportamento. O tratamento profissional usando a hipnoterapia e outras estratégias psicológicas disponíveis, garantirão os resultado mais breves e eficientes, conduzindo a uma intervenção bem sucedida para eliminar a compulsão de roer as unhas.

Força de vontade, paciência e calma são importantes para vencer o impulso de devorar as unhas. E tenha certeza de que suas mãos – e sua saúde – agradecerão!

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

ANSIEDADE E DESEMPENHO

Por Dr. Fernando Fernandes - Psiquiatra

A Organização Mundial da Saúde estima em dez milhões o número de brasileiros que possuem algum transtorno de ansiedade. Os transtornos de ansiedade são assustadoramente prevalentes e carregam enormes custos econômicos e emocionais para os indivíduos e para a sociedade. Mais de 25% a população é susceptível de sofrer de uma destas desordens em algum momento de suas vidas.

Primeiramente vamos diferenciar medo de ansiedade; medo é um estado neurofisiológico automático e primitivo de alarme, envolvendo avaliação de ameaça ou perigo iminente à segurança do indivíduo. A ansiedade é uma resposta emocional provocada por medo. Portanto, medo é a avaliação de perigo; ansiedade é o estado de sentimento desagradável evocado quando o medo é estimulado.


A ansiedade é um atributo normal do ser humano. Ansiedade é caracterizada por um estado intelectual e emocional, para a ansiedade aparecer não há necessidade de uma ameaça ao bem estar físico da pessoa, mas ao seu bem estar mental.


Ansiedade normal é definida como um estado emocional de apreensão e tensão, no qual o indivíduo responde a uma situação, não perigosa, mas ameaçadora, com um grau de intensidade e magnitude proporcionais ao objeto em questão.


Ansiedade normal X ansiedade patológica

Ansiedade é uma resposta normal para diversos acontecimentos da vida: para uma criança que vai ficar longe dos pais, para adolescentes no primeiro dia de namoro, ou quando teremos uma prova importante; experiências novas e inéditas sempre são acompanhadas com alguma ansiedade.


Ela passa a ser patológica quando não existe um objetivo específico ao qual se direciona ou quando é desproporcional a situação. Por exemplo, achar que vou perder o controle a qualquer momento, “enlouquecer” ou que se não lavar os alimentos irei me contaminar e morrer, se não checar 5 vezes se fechei a porta não consigo sair de casa, etc. Agir de forma exagerada também é um sinal: chorar, gritar, desmaiar , não conseguir dormir ou se desesperar antes de uma competição ou de uma prova.

Os mecanismos neurais são sensíveis às emoções. A ansiedade, atrapalha o desempenho cognitivo, interfere na capacidade do cérebro raciocinar por causar distrações, prejudicando a atenção e o controle emocional.

Pesquisadores da Faculdade de Educação e Serviço Social, da Universidade de Sydney, Austrália estudaram a flutuabilidade acadêmica, que é a capacidade dos alunos para conseguir lidar com contratempos acadêmicos e desafios que são típicos do curso normal da vida da escola (por exemplo, notas baixas, competindo prazos, pressão, exame escolar difícil. Os fatores estudados foram: auto eficácia, controle, engajamento acadêmico, a ansiedade, a relação professor-aluno. Após avaliar 598 alunos concluíram que a ansiedade explica a maior parte da variação na flutuabilidade acadêmica. A ansiedade, portanto, pode tirar o “jogo de cintura” dos alunos. Essa é uma constatação fácil de compreendermos: quantas vezes a ansiedade tirou seu “jogo de cintura” em situações estressantes?


A ansiedade pode facilitar ou dificultar um determinado desempenho. Muitas pessoas sofrem de ansiedade apenas em eventos que exercem uma certa pressão que é o caso, por exemplo, do atleta que tem um desempenho excelente nos treinos, mas na hora do jogo não tem o rendimento esperado (conhecido como “leão de treino”), ou então o aluno de vestibular que tem uma rotina adequada, estuda corretamente, vai bem nos simulados mas na hora da prova não tem o mesmo rendimento. As reações mais comuns na ansiedade pré-competitiva em âmbito geral são: sinais fisiológicos; alteração no sono e alimentação, tensão muscular, sensação de fadiga e alteração motora.
Sinais psicológicos; instabilidade no humor, insegurança e dúvidas, irritabilidade, preocupação, sensação de confusão, alteração na concentração, precipitação, diminuição na capacidade de tomar decisões e tendência para pensamentos negativos, tais como “não vou conseguir” ou “irei falhar de novo”.
Como lidar com a ansiedade de desempenho
A ansiedade de desempenho caracteriza-se por expectativas negativas, perda de concentração e pensamentos de fracasso.
Existem muitas causas para o aparecimento da ansiedade antes da competição, mas em geral, elas reduzem-se a dois fatores:
1) Incerteza que os indivíduos possuem acerca de sua preparação e do resultado
2) Importância que o resultado representa para os indivíduos.
Esses pensamentos geram insegurança e distrações, que vão minar o desempenho do candidato, do atleta ou do profissional.


Devemos substituir esses pensamentos por outros, mais funcionais, valorizando o esforço e atribuindo à competição a real importância, como por exemplo:

1) Nenhuma preparação é perfeita, mas fiz o melhor possível
2) Essa prova ou competição é importante, mas não determina todo o meu valor ou quem eu sou
Para os leitores que tem dificuldade em controlar a ansiedade e as preocupações aí vão algumas dicas. Na tabela a seguir relacionamos estratégias NÃO recomendadas e estratégias recomendadas.

Estas são recomendações básicas. Caso sua ansiedade seja incontrolável, cause sofrimento exagerado ou esteja prejudicando seu desempenho em diversas áreas, não deixe de procurar ajuda de um profissional de saúde mental.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

A PROFISSÃO DE MASSAGISTA / MASSOTERAPEUTA NO BRASIL


A profissão de massagista foi criada no Brasil a partir do Decreto Lei 8.345 em 10/12/1945 (Com a denominação de Massagista). Foi confirmado com a lei federal nº 3698 de 1961. Segundo alguns órgãos no Brasil a Massoterapia está vinculada a ANVISA – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA e por isso, submetida às fiscalizações Estaduais e fiscalizações municipais.


Algumas questões devem ser esclarecidas sobre a profissão, sendo elas:
• A Massoterapia não está vinculada a Medicina segundo consulta realizada ao CREMESP em 2004 – sob o número. 45.648/04.
• NÃO ESTÁ VINCULADA À NENHUMA PROFISSÃO NO PAÍS! Pois seria fiscalizado por um suposto conselho de classe que exerce legalmente a profissão.
• Atualmente está equiparada ao grupo das terapias naturais complementares segundo MTE- Ministério do Trabalho e Emprego, CBO- classificação Brasileira de Ocupação. Família 3221- Técnicos em Terapias Complementares.Ocupação anterior 5161-35 – Massagista até 2008.
• Ocupação atual - 3221-20 – Massoterapeuta - Massagista, Massoprevencionista.
Segundo o MTE, este profissional atua na área da saúde e serviços sociais, necessitando possuir formação e experiência em nível técnico para atuação.


A norma regulamentadora da profissão segundo MTE: Lei nº 3.968, de 5 de outubro de 1961 - Dispõe sobre o exercício da profissão de (Massoterapeuta). Apesar de possuir legislação, carece ainda de atualização e não está regulamentada no Brasil, pois a "regulamentação profissional", na tradição jurídica brasileira, pressupõe a criação por Lei dos Conselhos Profissionais, sem os quais não se reconhece plenamente uma ocupação como profissão.


Segundo o Ministério da Educação no catálogo nacional de cursos técnicos o profissional de massoterapia deverá possuir formação em nível técnico com 1200 horas mínimas, por isso a sua duração não é tempo curtíssimo, como ocorrem nos CURSOS LIVRES DE MASSOTERAPIA.


AINDA NÃO EXISTE CONSELHO DE CLASSE PARA A MASSOTERAPIA! O que existe são associações, federações e até sindicatos em prol da massoterapia. Portanto, onde o profissional deve ainda se registrar após concluir seu curso técnico em Massoterapia e de posse de seu DIPLOMA é na ANVISA(Vigilancia Sanitariado Estado)!


Qualquer outro órgão que se intitule como CONSELHO DE MASSOTERAPIA ainda não está OFICIALIZADO e, portanto, não legitima o registro da categoria, exceto a ANVISA

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Conheça riscos e sintomas do Presenteísmo

 Impactos na sua saúde e na economia da sua empresa


Qual a taxa de presenteísmo na sua empresa?
Funcionários presentes ao trabalho, porém doentes. Não faltam, mas os sintomas e dores que sentem atrapalham o rendimento e a produtividade.

Quais os prejuízos gerados pelo presenteísmo?
Horas extras, atrasos nos prazos, clientes descontentes, retrabalhos, sobrecarga para outros funcionários etc. O resultado é um só: prejuízo para o colaborador e para a empresa.

Qual o impacto financeiro do presenteísmo?
Empresas americanas perdem 150 bilhões de dólares/ano devido à presença de funcionários doentes no trabalho. No Brasil, chega a 3% do Produto Interno Bruto (42 bilhões de reais/ano).

A importância da Qualidade de Vida no Trabalho
O monitoramento, reeducação, prevenção e tratamento dos fatores de risco à saúde tem se tornado um importante aliado para os resultados, metas e faturamento da empresa.

sábado, 29 de agosto de 2015

SIPAT Caixa Econômica Federal Agosto 2015

Mais um evento realizado pela No Stress. Quer na sua empresa? Solicite um orçamento agora clicando aqui.




terça-feira, 11 de agosto de 2015

Cientistas descobrem proteína capaz de conter o desenvolvimento do câncer

Pequenos tumores benignos são encontrados na pele da maioria dos adultos, e os cientistas já sabem que uma mutação num gene conhecido como BRAF é o que faz eles surgirem. Mas eles ainda não tinham entendido a razão deles pararem de crescer depois de um tempo. Foi justamente neste sentido que os pesquisadores da Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia anunciaram a identificação de um importante fator genético que mantém esses pequenos tumores no seu estado habitual, ou seja, não cancerígenos e com um tamanho constante.

Segundo os pesquisadores, a mutação do gene BRAF é o que estimula o crescimento dos tumores, mas, ao mesmo tempo, ela estimula a produção de uma proteína supressora de tumor - denominada p15 - que funciona como um freio na divisão celular. Essa divisão celular é o que transforma esse pequeno tumor benigno em um melanoma - que é um dos tumores mais perigosos por poder invadir qualquer órgão do corpo, criando metástases, inclusive no cérebro e coração - um câncer com grande letalidade.

Os cientistas entenderam que o câncer se desenvolve quando as células perdem esta proteína de ?freio?, a p15, porque as células começam a se dividir novamente, o que pode progredir para o câncer.

Como foi feito este estudo?

Para chegar a esta conclusão os pesquisadores desenvolveram um modelo de melanoma humano, usando a engenharia de tecidos para fazer enxertos de pele, contendo células com estes pequenos tumores em que a p15 foi retirada. Quando combinada com outras mutações conhecidas por serem importantes no desenvolvimento do melanoma e transplantadas em ratos, essas células desenvolveram o câncer.



Sobre a proteína

A p15, apesar de já ser conhecida, até então não tinha a sua importância analisada e documentada, uma vez que os estudos anteriores se focaram em outra proteína, a p16, que faz um papel bastante similar a p15 nos melanomas e outros cânceres. Ambas trabalham juntas na supressão dos pequenos tumores benignos, mas os cientistas agora acreditam que a p15 tem funções únicas. Um exemplo disso foi que quando eles inseriram a p15 em células normais conseguiram parar a sua proliferação completamente, enquanto com a p16 o processo apenas se tornou mais lento.

Próximos passos

Agora a equipe planeja fazer experimentos com o modelo para entender melhor como o melanoma se desenvolve e como ele pode ser tratado com novas terapias. Da mesma forma, eles ainda precisam analisar quais os possíveis ações da p15 em outros tipos de câncer.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A atitude da auto-responsabilidade

Para sentir-me competente perante a vida e merecedor da felicidade, preciso sentir que tenho algum controle sobre a minha vida. Isso requer que eu esteja disposto a assumir a responsabilidade pelos meus atos e que eu alcance meus objetivos, o que significa assumir a responsabilidade por minha própria vida e por meu bem-estar.
A auto-responsabilidade é essencial à auto-estima, e também um reflexo ou uma manifestação da mesma.
A atitude da auto-responsabilidade envolve as seguintes constatações:
Sou responsável pela realização dos meus desejos.
Sou responsável por minhas escolhas e meus atos.
Sou responsável pelo nível de consciência com que trabalho.
Sou responsável pelo nível de consciência com que vivo os meus relacionamentos.
Sou responsável por meu comportamento com os outros – colegas de trabalho, sócios, clientes, cônjuge, amigos e filhos.
Sou responsável pela maneira como priorizo meu tempo.
Sou responsável pela qualidade das minhas comunicações.
Sou responsável por minha própria felicidade.
Sou responsável por aceitar, ou escolher, os valores pelos quais vivo.
Sou responsável pelo aumento de minha auto-estima.
O que cada um desses itens envolve em termos de comportamento?
As implicações da auto-responsabilidade na ação.

Sou responsável pela realização dos meus desejos.
Ninguém me deve a satisfação de meus desejos. Não retenho a hipoteca da vida nem da energia de ninguém. Se tenho desejos, depende de mim descobrir como satisfazê- los. Preciso assumir a responsabilidade de desenvolver ou colocar em prática um plano de ação.
Se meus objetivos requerem a participação de outras pessoas, tenho de ser responsável por saber o que elas exigem de mim para que possam cooperar e por me
prover do que é a minha obrigação prover. Respeito os interesses delas e sei que, se eu quiser sua cooperação ou assistência, preciso ter consciência dos mesmos e me manifestar a respeito.
Se não estou disposto a assumir a responsabilidade pela satisfação dos meus desejos, eles não serão realmente desejos – serão meras fantasias. Para que qualquer desejo expresso seja levado a sério, tenho de estar pronto para responder, em termos realistas: o que estou disposto a fazer para conseguir o que quero?

Sou responsável por minhas escolhas e meus atos.
Neste contexto, ser “responsável” significa sê-lo não como um recipiente de culpa ou condenação moral, mas como principal agente causal, na minha vida e no meu comportamento. Se as escolhas e os atos são meus, então a fonte dos mesmos sou eu. Preciso assimilar esse fato e estar em contato com ele quando escolho ou ajo. Que diferença isso faz? Se você quer descobrir a sua própria resposta, escreva seis finais, o mais rápido que puder, para a sentença básica: Se eu assumir toda a responsabilidade por minhas escolhas e meus atos...

Sou responsável pelo nível de consciência com que trabalho.
Esse é um exemplo do que acabei de dizer sobre escolher. Ninguém mais tem qualquer responsabilidade pelo nível de consciência com que executo minhas atividades diárias.
Posso dar o melhor de mim no trabalho, ou tentar me safar dele com o mínimo de consciência possível, ou qualquer coisa entre um extremo e outro. Se permaneço em contato com a minha responsabilidade nessa área, é muito mais provável que eu opere num nível superior de consciência.

Sou responsável pelo nível de consciência com que vivo meus relacionamentos.
O princípio que acabei de discutir aplica-se igualmente às minhas interações com os outros – às companhias que escolho e à atenção que dou, ou deixo de dar, a um contato com outra pessoa. Estou plenamente presente quando me encontro com alguém? Estou presente ao que está sendo dito ali? Penso nas implicações do que falo? Noto como os outros reagem ou são afetados pelo que digo e faço?

Sou responsável por meu comportamento com os outros – colegas de trabalho, sócios, clientes, cônjuge, amigos e filhos.
Sou responsável por como falo e como ouço. Sou responsável pelas promessas que cumpro ou deixo de cumprir. Sou responsável pela racionalidade, ou irracionalidade, de meus procedimentos. Fugimos da responsabilidade quando tentamos culpar os outros por nossos atos, como dizer: “Ela está me deixando louco”, “Ele me provoca”; ou “Eu agiria mais racionalmente se apenas ela...”.

Sou responsável pela maneira como priorizo meu tempo.
Se as escolhas que faço sobre como dispor de meu tempo e de minha energia refletem meus valores assumidos, ou são incongruentes com eles, a responsabilidade é minha.
Se insisto em amar minha família mais do que qualquer outra pessoa, mas raramente estamos juntos só entre nós porque passo todo meu tempo livre jogando baralho ou golfe, sempre rodeado de amigos, preciso encarar minha contradição e pensar em suas implicações. Se declaro que a tarefa mais importante no trabalho é fazer novos clientes para a empresa, mas passo 90% do meu tempo me preocupando com trivialidades
burocráticas que produzem pouquíssimos lucros, preciso reexaminar como estou investindo minha energia.
Em meu trabalho como consultor, quando dou aos executivos a base: Se eu me responsabilizar pela maneira como priorizo meu tempo... recebo finais como: “Eu aprenderia a dizer não mais vezes”; “Eu eliminaria cerca de 30% do que faço diariamente”; “Eu seria muito mais produtivo”; “Eu teria mais prazer no que faço”; “Eu
ficaria espantado de ver o quanto estava fora de controle”; “Eu poria mais em prática o
meu potencial”.

Sou responsável pela qualidade das minhas comunicações.
Sou responsável por ser tão explicito quanto posso ser, por certificar-me que meu interlocutor me entendeu, por falar alto e claro o bastante para ser ouvido, pelo respeito ou desrespeito com que transmito meus pensamentos.

Sou responsável por minha própria felicidade.
Uma das características da imaturidade ‘e acreditar que ‘e trabalho de qualquer outra pessoa fazer-me feliz – tanto quanto outrora foi de meus pais a incumbência de manter- me vivo. Se alguém me amasse, eu poderia me amar. Se alguém cuidasse de mim, eu ficaria mais feliz. Se alguém me livrasse da necessidade de tomar decisões, eu me sentiria mais despreocupado. Se alguém pudesse me dar felicidade...
Eis aqui uma base simples, porem poderosa, para acordar a pessoa para a realidade: Se eu assumir toda a responsabilidade por minha felicidade pessoal... Assumir que sou responsável por minha felicidade me fortalece. Coloca minha vida de volta em minhas mãos. Antes de assumir essa responsabilidade, posso imaginar que será um fardo, mas o que descubro e que ela me liberta.

Sou responsável por aceitar ou escolher os valores pelos quais vivo.Se aceitei os valores pelos quais oriento a minha vida de maneira passiva e impensada, ‘e fácil pensar que são exatamente a “minha natureza”, exatamente o “meu
jeito de ser”, e evito admitir que há um elemento de escolha envolvido. Se estou disposto a reconhecer que as escolhas e decisões são cruciais para os valores que adoto, poderei olhá-los com novos olhos, questiona-los e, se necessário, revisa-los. Novamente, assumir a responsabilidade me liberta.

Sou responsável pelo aumento de minha auto-estima.
A auto-estima não e um presente que eu posso receber de qualquer outra pessoa. ‘E gerada interiormente. Esperar com passividade que algo aconteça para elevar minha auto-estima ‘e condenar-me a uma vida de frustrações.
Certa vez, quando eu falava para um grupo de psicoterapeutas sobre os pilares da auto-estima, um deles perguntou: “Por que você enfatiza tanto que o individuo deve fazer para aumentar sua auto-estima? A fonte dessa auto-estima não e o fato de sermos filhos de Deus?”. Ouvi essa pergunta inúmeras vezes.
Se acreditamos ou não em Deus e que somos filhos de Deus, isso é irrelevante à questão do que a auto-estima requer. Vamos imaginar que Deus existe e que somos seus filhos. Nesse caso, então, somos todos iguais. Segue-se então que somos, ou deveríamos ser, iguais no que se refere à auto-estima, não importa que vivamos consciente ou inconscientemente, responsável ou irresponsavelmente, honesta ou desonestamente? Já vimos que isso é impossível. Não há como a nossa mente não registrar as escolhas que fazemos quanto ao nosso modo de operar, e não há como nosso auto-conceito permanecer intacto. Mesmo que sejamos filhos de Deus, permanece a questão: o que fazer em relação a isso? O que entender disso? Nós honraremos nossos dons ou os trairemos? Se trair meus talentos e a mim mesmo, se vivo irrefletidamente, sem propósitos e sem integridade, minha passagem para a auto- estima estará garantida só porque alego que sou parente de Deus? Você imagina que assim vai livrar-se da responsabilidade pessoal?
Quando o que falta é uma auto-estima saudável, as pessoas geralmente a identificam com ser “amado”. Se não se sentem amadas pela família, às vezes confortam-se pensando que Deus as ama e então tentam vincular sua auto-estima a essa idéia. Por mais boa vontade que se tenha, como é possível entender essa estratégia senão como uma manifestação de passividade?
Não acredito que devamos permanecer como crianças dependentes. Acredito que devemos ser adultos, o que significa tornarmo-nos responsáveis por nós mesmos
– sustentarmo-nos tanto psicológica quanto financeiramente sobre os próprios pés.
Seja qual for o papel que a crença em Deus possa desempenhar em nossa vida, com certeza não será o de justificar a falta de consciência, de responsabilidade e de integridade.